domingo, julho 26

' felicidade .



A garota não tinha culpa, ela acreditava que ele estariam sempre lá por ela, mas não foi assim. Havia deixado a garota na antiga casa amarela, sozinha.


Seus pulmões doíam, esse era o preço por gritar tanto; e as lágrimas ainda frescas estavam por todo o rosto inchado.


Naquele momento, olhando para o espelho, entendeu o que deveria fazer. Imaginou se a casa ainda tinha água o suficiente para um banho, e resolveu testar. Tomou um banho rápido e vestiu as mesmas roupas, saiu porta afora com o espírito renovado. Ela não permitiria deixar-se afundar em lamentação apenas porque aquele que amou não a quis, ela amaria novamente, viveria sem ele e seria superior.


Chegou em sua própria casa e riu, a garota estava horrível! E ainda sim riu disso.


Entrou em seu quarto, pegou tudo que a lembrava dele, colocou numa caixa e largou-a na rua, com exceção de um pequeno ursinho de pelúcia que ele lhe deu para completar a coleção que ela fazia.


Colocou-o junto com sua coleção e o telefone tocou. Pensou em deixá-lo tocar, mas poderia ser importante.


"Alô?" A voz chamou

"Bom, oi."

"Hum. Eu já soube."


A garota sorriu, nada poderia alegrá-la mais que sei melhor amigo. "Tudo bem.""


"Bem, hã... posso ir aí?" O garoto parecia apressado, ela riu de leve com isso. Adorava seu melhor amigo.

"Claro, claro."

"10 minutos." E o garoto desligou. Ela subiu e olhou seu rosto, ainda parecia um pouco inchado, apesar da evidente melhora após o banho. Tomou outro e colocou uma roupa boa.
Não sabia porque mas sentia aquele mesmo frio na barriga de quando esperava pra ver o seu namorado, agora ex.
Sorriu achando que estava curada, mal sabendo que realmente estava.
A campainha tocou fazendo ela pular pelo susto. Correu até a porta a a abriu.
Foi surpreendida quando os lábios de seu melhor amigo tocaram os dela.
Mais surpresa ainda quando se tocou que estava respondendo o beijo, e gostando.
Quando separados, ela respirou fundo, não tinha certeza do que acabou de acontecer.
Se preparava para dizer algo mas não encontrava palavras, estava surpresa que houvessem tantas borboletas dançando em seu estômago; ele foi mais rápido.
"Ele pode não te querer." Ela fechou a cara, abrir a ferida era doloroso. "Mas Eu quero."
Ela não podia encontrar sua voz na confusão de sentimentos que estava sentindo. Ele continuou.
"Eu sempre te amei, sempre. Eu nunca seria capaz de te fazer nenhum mal. Eu te amo."
Aquelas palavras a atingiram como um raio. De repente não havia uma confusão de sentimentos, tudo ficou claro como água.
Ela entendeu o porque de o termino de seu namoro a afetou tanto, ela não o queria, ela tinha chorado simplesmente porque sentiria falta de alguém a amando, gritou pelas falsas acusações. E agora fazia sentido o porque ter superado tão rápido. Ela amava outro. Ela amava seu melhor amigo.
Compreendeu tudo e encontrou sua voz.
"Eu também te amo" E aquelas palavras nunca pareceram tão sinceras.
O sorriso no rosto dos dois denuciavam a felicidade que estavam sentido. Ela riu, afinal aquele telefonema foi realmente importante. Era sua felicidade ligando, pedindo para entrar. Claro, talvez não desse certo, mas nunca saberiam se não tentassem; e mesmo que não desse certo, eles deveria continuar procurando pela felicidade, e não parar até encontrar, porque, AH, eles vão encontrar, todos encontram, algum dia.

3 comentários:

Natalia Cerrao :D disse...

Porque isso me lembra Bella e Jacob e algo que você leu pra mim ontem 1 da manhã no telefone? -q ♥

Clara M. disse...

AMEI

Mari disse...

você tem um dom sabia? Você tem muita criatividade sabia? Nossa, garota de sorte. Têm muitas pessoas neste mundo que não tem tanta conciencia como nós e como as meninas que comentaram acima. Parabéns, amei o texto². Estou te seguindo e, daqui a pouco as pessoas irão descobrir seu blog. Você vai ter muitas outras seguidores, e que sim, amam seu blog.

:X inveeeeja! :X AHTRI! HUASHUSAHUSA.
Adoooooreiotextomesmodeverdade! *-* Ah, você é super bem vinda no meu blog : D hehe. XOOXOO!